Síntese da aula do dia 20/08

– Aulas começarão com notícias relacionadas ao tema da disciplina.
– Grupos devem enviar link dos blogs para Natália.
– Conversa sobre os temas dos grupos: definir o recorte do assunto que será abordado nos blogs.

Notícias

– Cambridge Analytics;
Texto Ronaldo Lemos, na Folha de S. Paulo: reconhecimento facial se torna normal, é uma medida de segurança/vigilância;
– Hush City: aplicativo desenvolvido pela população para identificar lugares silenciosos nas cidades do mundo todo;
Wearables: objetos inteligentes (que processam dados) podem ajudar a prevenir fatalidades; smart bodies.

Texto “Os desafios atuais da Cibercultura” (André Lemos, 2019)

– Prof. André fez a conferência de abertura do Digitália, em fevereiro, com o tema “Da Digitália à Tropicália”;
– Vivemos um retrocesso da cultura digital, em oposição aos avanços constantes do início dessa era (década de 1970);
– Surgimento da microinformática foi uma “guerrilha” contra a grande informática;
– Anos 1970/1980: popularização da informática, novas interfaces gráficas, “what you see is what you get”;
– Anos 1990: internet, www – utopia da internet como local de produção de conhecimento coletivo;
– Atualmente, vivemos na era do PDPA (plataformização, dataficação e performatividade algorítmica), com dados controlados por grandes empresas (GAFAM) e um sistema de capitalismo de dados.

Para a próxima aula: textos Flusser e Serres.

Síntese da aula do dia 15/08

– Apresentação da disciplina, ementa, cronograma das aulas.
– Regras da disciplina: chamada, uso celular, postagens no blog e fichamento de textos.
– Definição dos grupos e temas dos blogs.
– Discussão inicial sobre Com e Tec: o mito de Protágoras. Prometeu e Epimeteu. Comunicação e Tecnologia.
– “Vergonha e a Justiça”- Comunicação e Tecnologia como pilares na constituição da espécie humana.
– Homem é um “animal politico” (Aristóteles) e tem que “construir para habitar (Heidegger).
– A comunicação pode ser observada de um ponto de vista antropocêntrico – focado especialmente nos agentes humanos – ou tecnocêntrico – atento aos elementos tecnológicos. Perceber o processo comunicacional de apenas um destes lados não é suficiente para compreendê-lo.
– Hoje, a cultura digital está na fase do capitalismo de dados, pós-verdade e propagação das fake news, desenvolvimento de inteligência artificial e a plataformização da sociedade.

BLACK MIRROR

Meu livro “Isso (não) é muito Black Mirror” (Edufba, 2018),  está agora disponível para livre download no Repositório Institucional da UFBA – http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/29065

Sustento que, contrariamente à maioria das análises, a série está presa a um debate datado, não nos instruindo sobre os principais dilemas atuais associados à cultura digital. Ela fala mais do passado do que do futuro! 

Confiram!