Resumo das aulas dos dias 14 e 16/11

Essa semana, ouvimos o alemão Stockhausen que, assim como John Cage, quebrou com o que se esperava de harmonia e melodia, além de utilizar objetos não-musicais para suas composições. Uma de suas obras mais famosas consiste em uma ópera feita pelos barulhos dos helicópteros, deslocando totalmente a noção de ruído.

Na terça-feira, discutimos o texto Cibercultura de Lemos. A cibercultura é marcada pela liberação do pólo emissor e a ampliação dos processos informacionais. Os estudos iniciais sobre o assunto se davam, principalmente, no âmbito da internet. Entretanto, atualmente, não tem como se pensar em uma cultura contemporânea que esteja separada da cibercultura. Graças à evolução da microinformática, passamos a ter computadores que nos acompanham cotidianamente junto ao nosso corpo.

Alguns avisos foram dados na quinta-feira: a partir da próxima semana, a chamada passará a ser em qualquer momento da aula. Além disso, os resumos postados aqui no blog passarão a ser feitos por aula, em vez de semanalmente.

 

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Resumo 7 e 9/11

Na última terça-feira, tocamos John Cage, que inventou um novo tipo de musicalidade ao utilizar a paisagem sonora ao seu redor para criar músicas. Segundo o compositor, “não existe silêncio. Sempre está acontecendo alguma coisa que produz som” (CAGE, 1961). Na quinta-feira, ouvimos o álbum Biophilia da cantora islandesa Björk que, fortemente influenciada por John Cage, criou seus próprios instrumentos para a composição de seu sétimo álbum. Além disso, ela se utilizou de objetos não-musicais para compor sua melodia, como a bobina de Tesla, na música Thunderbolt.

A discussão dessa semana foi sobre o texto “O que é virtual?” de Pierre Lévy. Desmentindo o senso comum que associa o virtual como algo ilusório e falso, tem-se o virtual como oposto do atual e um processo constante de territorialização e desterritorialização. O virtual é potência e o atual é o colapso de uma potencialidade. Já o real se dá através dos processos constantes de virtualização e atualização. Ou seja, o  virtual não necessariamente tem relação com informática. Ainda, a arte é uma virtualização da virtualização, ela é sempre um deslocamento de sentido.

Por fim, debates sobre a virtualização da música, produção de vídeos para o youtube e a interferência de algoritmos nas decisões políticas surgiram na quinta-feira. Além disso, algumas orientações para os blogs foram passadas com o intuito de melhorar a escrita semanal nos mesmos.

Resumo da aula do dia 31/10

O início da aula foi marcado pela música de Philip Glass, compositor conhecido por seus trabalhos minimalistas, além de ter composto a trilha sonora de filmes como “As Horas” (Stephen Daldry, 2002) e “O Show de Truman” (Peter Weir, 1998).

O tema do dia foi “Redes”, alguns apontamentos sobre os conceitos de Musso e Weissberg foram feitos em relação à comunicação. Esta se dá em rede desde sempre, ao contrário dos debates ao redor da ideia de que rede possibilita romper o isolamento humano. Não somos sujeitos independentes das redes, somos produtos delas.

Entraremos mais no tema na terça-feira (7) após a leitura de “O que é virtual?” de Pierre Lévy.

Música

Neste semestre estou, nos primeiros 10 minutos de aula, fazendo uma retrospectiva da música eletrônica pós 1960. É uma forma de entrar na aula e de passar informações sobre pioneiros da relação “música e novas tecnologias”, desconhecidos ou esquecidos.

Não há uma ordem cronológica ou de estilo. Vou trazendo assim mesmo, conforme o “mood” do dia!

Sugestões são bem vindas.

Nas primeiras aula mostrei a artista multimídia Laurie Anderson, o tecladista e pai da “ambient music”, Brian Eno, os pioneiros do tecnopop, Kraftwerk e o mestre americano da música minimalista, Philip Glass.

Vitória vai atualizar nossas “escutas” no seu relato de aulas.

Stay tuned!

Resumo da semana

Conforme combinado, um breve resumo das aulas será postado aqui no blog semanalmente.

Na última semana, continuamos a discussão sobre “O que é comunicação” de Flusser e iniciamos “Cibercultura, Tecnologia e Vida Social na Cultura Contemporânea” de Lemos. Em Flusser, foi visto que a comunicação humana não passa de um artefato para que se esqueça da morte e da solidão inevitáveis. Já no texto de Lemos, discutiu-se a questão da técnica, retomando considerações do filósofo Heidegger. Além disso, um debate foi feito, graças à dúvida de um colega, sobre modernidade e pós-modernidade.

Na quinta-feira, a turma trouxe coisas relacionadas ao tema “O que é comunicação? O que é tecnologia?”. Assuntos como Blockchain e Bitcoin, cultura hacker, chips colocados em funcionários de empresas, Black Mirror e Fake News surgiram graças aos itens trazidos pelos grupos.

Ainda, as primeiras notas dos blogs foram divulgadas. Importante lembrar que as postagens só são válidas até às 23:59 do domingo e que alguns grupos estão sem as abas pedidas aqui.  Para criá-las, basta ir (caso for WordPress) em Páginas do Site > Adicionar.

 

Iniciando…

Vamos começar o semestre 2017.2.

Não será nada fácil, já que entraremos por janeiro e fevereiro… Coragem!

Nos links desse blog vocês podem encontrar todas as informações sobre a disciplina.

Bom trabalho!