Apresentações dos Blogs

Não haverá aula no dia 15/02. As apresentações serão nos dias 20 e 22 de fevereiro. Vejam o calendário para o dia de apresentação de cada blog.

Roteiro: (10 min/grupo)

  1. Apresentação do site;

2. Explanação sobre a organização do trabalho;

3. Pontos positivos e negativos;

4. Síntese sobre o desenvolvimento do tema.

Bom carnaval!

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Resumo da aula do dia 22/01

Na última terça-feira, ouvimos Vânia Dantas Leite, brasileira que experimentou, no século XX, música eletroacústica.

Discutimos sobre a nova loja da Amazon nos EUA.  Também discutimos o texto de Firmino sobre Jornalismo Móvel, passando para o debate sobre Fake News e pós-verdade. Pós-verdade é quando circunstâncias em quais os fatos objetivos tem menos influencia em moldar a opinião publica do que emoções e crenças pessoais. As Fake News são um fenômeno que não deve ser limitado a uma analise social apenas, elas são fenômenos sociais, culturais, algorítmicos, etc. Sendo, assim, um ator-rede.

Resumo da aula do dia 16/01

Na última terça-feira, começamos ouvindo Jean-Michel Jarre, francês pioneiro da música ambiente, new age e eletrônica.  Ele foi o primeiro ocidental a realizar um show na China.

Depois, a aula foi sobre mídias locativas. As mídias locativas podem ser definidas “como a conjunção de LBS e LBT, como dispositivos, sensores e redes digitais (e os serviços a eles associados) que reagem ao contexto local” (LEMOS). Isto é, mídias locativas são “dispositivos que permitem que as pessoas localizem-se a si mesmas e a outros no espaço geográfico e que conectem informação a posições geográficas” (SANTAELLA).

É importante ressaltar, portanto, que mídias locativas não se restringe às digitais. Grafites, placas de trânsito, outdoors, etc se configuram como mídias locativas analógicas. Mídias são artefatos utilizados para driblar constrangimentos de espaço e tempo, o que acontece desde a escrita.

Resumo da aula do dia 09/01

Na nossa primeira aula do ano, ouvimos a brasileira Jocy de Oliveira, em específico a obra “Estórias para voz, instrumentos acústicos e eletrônicos”. Estudiosa de John Cage e solista de Stravinsky, a compositora é pioneira de música eletrônica ambiente no Brasil.

Discutimos o texto “O panoptismo” de Focault. O panóptico é uma estrutura arquitetônica pensada para prisões, escolas e hospitais pelo utilitarista Jeremy Brentham. Focault pensa no panóptico como uma metáfora para a sociedade disciplinar moderna. O vigilante enxerga a todos, mas não é visto de volta, o que leva a uma autodisciplina dos que estão sendo vigiados.

Resumo da aula do dia 19/12

Na última aula, discutimos sobre neutralidade da rede e as consequências de uma possível quebra desta. No Brasil, o Marco Civil da Internet garante essa neutralidade como direito. É através dela que evita-se censuras provenientes de empresas e órgãos privados, além de possibilitar um uso mais democrático da internet.

Também discutimos sobre Teoria Ator-Rede (TAR, ou ANT em inglês) a partir do texto do professor André Lemos. A Teoria Ator-Rede modifica concepções modernas de agência social, evitando-se cair em armadilhas essencialistas. Segundo Lemos, os objetos “podem exercer um ou outro papel a depender das associações criadas. Para evitar pensar os agentes apenas como humanos, a ANT prefere o termo “actante” que, vindo da semiótica greimasiana, remete a tudo aquilo que gera ação.” Quebra-se também com a dicotomia moderna que separa physis x teckné; cultura x natureza; sujeito x objeto, etc. Busca-se, portanto, uma Ontologia Orientada ao Objeto (OOO), tendo como expoente o pensador Graham Harman, que reforça a ideia de que um objeto é caracterizado pelas suas associações.

Para quem quiser aprender mais sobre Teoria Ator-Rede, indico o livro “Jamais fomos modernos” de Bruno Latour. É um livro curto e de fácil leitura, disponível em várias livrarias da cidade.

Resumo da aula do dia 14/12

Na última aula, ouvimos Pixies, em especial músicas onde o instrumento teremim foi utilizado. O teremim é um instrumento eletrônico popular na década de 20, sendo um dos poucos que não precisa de contato físico para ser tocado. Ainda, ouvimos e assistimos Clara Rockmore performar com o instrumento na música The Swan, disponível aqui.

Discutimos sobre neutralidade da rede e o que isso tem repercutido na atualidade. Acabar com essa neutralidade seria algo anti-democrático, de acordo com o artigo da Vice sobre o assunto.

Além disso, tivemos uma conversa sobre o uso ou não de celulares em salas de aulas, engatilhada pela notícia de que a França proibiu celulares nas escolas e pretende ampliar a proibição para além da classe.

Por fim, para quem se interessar, Raquel Recuero, autora cujo texto lemos para as aulas, publicou um e-book em parceria com o Lab404, que pode ser baixado de graça aqui. O Lab404 ainda conta com mais e-books de temática introdutória gratuitos.

Resumo da aula do dia 07/12

A aula invertida da quinta-feira começou com mais um pouco de Cabaret Voltaire antes de passarmos para a discussão com os grupos.

Então, falamos um pouco sobre lógica de Fuzzi no Homem de Ferro da Marvel; aplicativos para afinar instrumentos e gravar músicas como o Garage Band; apps que servem como vibradores eróticos em celulares; legendas closed caption feitas automaticamente por softwares; aplicativos oficiais de Estado e Lei do Acesso à Informação; direitos autorais e ciberativismo; apps que funcionam como coaches de games eletrônicos e até onde eles influenciam na jogabilidade do usuário.