Resumo da aula do dia 22/01

Na última terça-feira, ouvimos Vânia Dantas Leite, brasileira que experimentou, no século XX, música eletroacústica.

Discutimos sobre a nova loja da Amazon nos EUA.  Também discutimos o texto de Firmino sobre Jornalismo Móvel, passando para o debate sobre Fake News e pós-verdade. Pós-verdade é quando circunstâncias em quais os fatos objetivos tem menos influencia em moldar a opinião publica do que emoções e crenças pessoais. As Fake News são um fenômeno que não deve ser limitado a uma analise social apenas, elas são fenômenos sociais, culturais, algorítmicos, etc. Sendo, assim, um ator-rede.

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Resumo da aula do dia 16/01

Na última terça-feira, começamos ouvindo Jean-Michel Jarre, francês pioneiro da música ambiente, new age e eletrônica.  Ele foi o primeiro ocidental a realizar um show na China.

Depois, a aula foi sobre mídias locativas. As mídias locativas podem ser definidas “como a conjunção de LBS e LBT, como dispositivos, sensores e redes digitais (e os serviços a eles associados) que reagem ao contexto local” (LEMOS). Isto é, mídias locativas são “dispositivos que permitem que as pessoas localizem-se a si mesmas e a outros no espaço geográfico e que conectem informação a posições geográficas” (SANTAELLA).

É importante ressaltar, portanto, que mídias locativas não se restringe às digitais. Grafites, placas de trânsito, outdoors, etc se configuram como mídias locativas analógicas. Mídias são artefatos utilizados para driblar constrangimentos de espaço e tempo, o que acontece desde a escrita.

Resumo da aula do dia 09/01

Na nossa primeira aula do ano, ouvimos a brasileira Jocy de Oliveira, em específico a obra “Estórias para voz, instrumentos acústicos e eletrônicos”. Estudiosa de John Cage e solista de Stravinsky, a compositora é pioneira de música eletrônica ambiente no Brasil.

Discutimos o texto “O panoptismo” de Focault. O panóptico é uma estrutura arquitetônica pensada para prisões, escolas e hospitais pelo utilitarista Jeremy Brentham. Focault pensa no panóptico como uma metáfora para a sociedade disciplinar moderna. O vigilante enxerga a todos, mas não é visto de volta, o que leva a uma autodisciplina dos que estão sendo vigiados.