Resumo da aula do dia 14/12

Na última aula, ouvimos Pixies, em especial músicas onde o instrumento teremim foi utilizado. O teremim é um instrumento eletrônico popular na década de 20, sendo um dos poucos que não precisa de contato físico para ser tocado. Ainda, ouvimos e assistimos Clara Rockmore performar com o instrumento na música The Swan, disponível aqui.

Discutimos sobre neutralidade da rede e o que isso tem repercutido na atualidade. Acabar com essa neutralidade seria algo anti-democrático, de acordo com o artigo da Vice sobre o assunto.

Além disso, tivemos uma conversa sobre o uso ou não de celulares em salas de aulas, engatilhada pela notícia de que a França proibiu celulares nas escolas e pretende ampliar a proibição para além da classe.

Por fim, para quem se interessar, Raquel Recuero, autora cujo texto lemos para as aulas, publicou um e-book em parceria com o Lab404, que pode ser baixado de graça aqui. O Lab404 ainda conta com mais e-books de temática introdutória gratuitos.

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Resumo da aula do dia 07/12

A aula invertida da quinta-feira começou com mais um pouco de Cabaret Voltaire antes de passarmos para a discussão com os grupos.

Então, falamos um pouco sobre lógica de Fuzzi no Homem de Ferro da Marvel; aplicativos para afinar instrumentos e gravar músicas como o Garage Band; apps que servem como vibradores eróticos em celulares; legendas closed caption feitas automaticamente por softwares; aplicativos oficiais de Estado e Lei do Acesso à Informação; direitos autorais e ciberativismo; apps que funcionam como coaches de games eletrônicos e até onde eles influenciam na jogabilidade do usuário.

 

Resumo da aula do dia 05/12

Na aula de terça-feira, tivemos Cabaret Voltaire, banda de música industrial e com influência dadaísta. O álbum que ouvimos foi o homônimo de 1981.

Introduzimos o assunto sobre aplicativos, utilizando selfies como exemplos. Aplicativos são softwares, que traduzem o mundo como qualquer outro tipo de mídia e que balizam as relações sociais. As selfies são muito menos sobre fotografia e muito mais sobre formas de sociabilidade. Elas são autorretratos compartilhadas imediatamente em rede através da prática do dispositivo móvel, é um processo de comunicação mediada por algoritmos. É por isso que nem todo autorretrato (como os pintados por Van Gogh ou Frida Kahlo) é uma selfie, mas toda selfie é um autorretrato.

Resumo da aula do dia 30/11

Na aula de quinta-feita, tivemos a aula invertida e discutimos alguns temas trazidos pelos grupos. Discutimos sobre blogueiras atuando na política russa, além da influência das redes sociais nas eleição do Trump nos EUA. O grupo de marketing trouxe um aplicativo chamado Binky, uma espécie de anti-rede social que critica como que as redes sociais mais populares, como o Facebook, operam em um “jogo” com o usuário. Ainda, o grupo sobre games levantou a questão da influência do fórum Reddit na indústria de jogos eletrônicos, funcionando, às vezes, como uma forma de ativismo contra grandes corporações.

Resumo da aula do dia 28/11

Na aula de terça-feira, discutimos sobre o texto de Raquel Recuero sobre redes social, sendo esta uma imagem da rede construída em sociedade. Para fundamentar seu texto, a autora recorre às abordagens sistêmicas dos fenômenos, como a física quântica, a cibernética, a teoria da complexidade de Edgar Morin e a matemática não-linear. Assim, “a abordagem da rede tem seu foco nas estruturas sociais, onde não é possível os atores sociais e suas conexões” (p. 22). Ainda, Recuero resgata a ideia de capital social, que “refere-se a um valor constituído a partir das interações entre os atores sociais” (p. 43).

Por fim, ouvimos Radiohead, em especial o álbum Kid A, que se utilizou de sons sintetizados para criar sons experimentais. A banda se inspirou em Aphex Twin, no álbum Homogenic de Björk e em música clássica do século XX (cujos artistas foram apresentados em sala).

Resumo da aula do dia 23/11

Continuamos, na quinta-feira, com Pierre Schaeffer, compositor francês que já foi abordado no post anterior. Na aula invertida, tivemos discussões sobre transmídia, crossmídia e multimídia. Os grupos trouxeram materiais sobre Pokémon, ciberativismo, expansão de universo narrativo e como que o marketing, cinema e distribuição de entretenimento opera nessas situações. Além disso, algumas orientações para os blogs foram passadas.

Para a próxima semana, teremos discussão sobre redes sociais a partir do texto de Raquel Recuero. Mais informações, consultar o calendário disponível aqui no blog.

Resumo da aula do dia 21/11

Na nossa última aula, ouvimos o francês Pierre Schaeffer, expoente da música concreta e experimental. Mais uma vez, temos aqui um artista que utiliza objetos não-musicais para suas composições. A música de Schaeffer era feita em laboratórios, deslocando o artefato de seu propósito inicial.

Iniciamos nossa discussão sobre o texto de Henry Jenkins sobre cultura da convergência e tivemos a introdução de termos como transmídia, crossmídia e multimídia. Na cultura da convergência, o espectador é estimulado a pesquisar e buscar um conhecimento enciclopédico do universo narrativo em questão. Ainda, a convergência de mídias pede que a indústria reconfigure as estratégias de distribuição de produtos, como os exemplos dos crossovers e nova angulações de personagens fictícios.

Para a próxima aula (23), a turma deverá trazer para discussão exemplos de cultura da convergência que tenham relação com os temas dos blogs.